Kawasaki GTR 1400 (2010)


Tecnologia Avançada de Apoio ao Condutor, é o trunfo que a Kawasaki GTR 1400 apresenta neste seu “remake” de 2010. Basta olhar para ela, para que não nos reste qualquer dúvida sobre qual a finalidade a que se destina: Viajar, sem parar!
A suspensão de elevada qualidade, a excelente capacidade de travagem, a óptima protecção aerodinâmica que, a par com a boa ergonomia, contribui para um enorme conforto tanto do condutor como do passageiro, são os argumentos que convencem e deslumbram nesta “nova” GTR.

As principais novidades visíveis consistem num novo ecrã regulável electricamente, com mais sete centímetros de altura, na nova localização dos espelhos retrovisores – que agora estão mais dentro no nosso raio de visão e que em simultâneo protegem melhor os punhos, nas novas saídas do ar quente expelido pelo motor, num termómetro indicador da temperatura do ar, num novo “porta luvas” com mais capacidade e nos punhos aquecidos.

Mas é com a electrónica que a GTR sofre a sua grande modificação. Dotada de um sistema de travagem combinado – que faz a gestão do esforço de redução da velocidade por ambas as rodas independentemente de se usar o pedal ou a manete e que pode ser regulado para condução a “solo” ou com passageiro e carga e de um sistema electrónico de controlo de tracção, cuja intervenção em situações de fraca aderência nos deixa bastante mais descansados para podermos imprimir um ritmo de condução (muito) rápido sobretudo em pisos molhados (leia-se inundados) ou de fraca aderência (tipo calçada ou cimento polido).

A preocupação com o consumo também foi tida em conta, pelo que um novo sistema de economia de combustível também foi integrado na gestão electrónica do motor, e que, quando ligado, programa a injecção e a ignição para um desempenho optimizado em função da economia.
Pormenores como o indicador de pressão dos pneus e o sistema KIPASS que dispensa a utilização da chave e inclui a função de imobilizador tornam esta grande máquina de viajar ainda mais completa e prática. Basta levar a unidade de rádio no bolso para que, ao ser aproximada da moto, esta permite o rodar do botão da ignição. Este pode ser removido do canhão, descobrindo a chave que permite abrir o depósito de combustível ou as malas. A unidade de rádio tem embutida uma chave suplente reservada para o que der e vier.

Resumindo, com as modificações a que foi agora sujeita, relativamente ao modelo original lançado há dois anos atrás, a GTR reafirma-se numa das melhores opções de compra para quem pretende uma máquina para percorrer longas distâncias, com inquestionáveis padrões de conforto, segurança e performance.

Publicado na edição nº 227 da Revista MOTOCICLISMO

Fotos: João Carlos Oliveira / MOTORPRESS

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